Seguros pessoais e economia global em discussão

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Seminário internacional realizado pela SBCS debate informações importantes para o mercado segurador.

O evento Seminário Internacional de Seguros Pessoais, organizado pela Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro – SBCS, foi realizado no dia 1 de outubro nas dependências do Hotel Braston/SP para cerca de 80 convidados e associados que foram recebidos por um Welcome Coffe.

José Agostinho Gonçalves, secretário executivo da entidade, fez a abertura inicial convidando para compor a mesa oficial do evento os profissionais: Affonso Fausto – presidente da SBCS, Osmar Bertacini – Presidente da APTS – Associação Paulista dos Técnicos de Seguro e que representou o Sr. Alexandre Camillo, Presidente do SINCOR/SP, que justificou a sua ausência por motivo de viagem, Advaldo Calegari – presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo e Pedro Barbato Filho – diretor da SBCS e Presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo.

Affonso Fausto discorreu nas prévias sobre o novo momento da SBCS onde explica a renovação da Associação com nova identidade visual, novos projetos, palestras, encontros e workshops. “Nosso objetivo é promover o setor com novidades. Nossa entidade é tradicional e precisamos manter as propostas no ambiente de seguros” afirmou.

Na sequência, Osmar Bertacini fez uma prévia sobre o cenário atual dos seguros e em seguida apresentou o primeiro palestrante do dia, Francisco Galiza que aproveitou para explanar sobre a economia atual e o Momento econômico dos seguros pessoais.

“O momento é muito propício para desenvolver outros ramos além de automóveis e ramos elementares, por exemplo”. As corretoras pagam contas com o ramo de automóveis, mas geralmente crescem e se desenvolvem quando comercializam outros ramos”, enfatizou Galiza.

“O Brasil não teve problemas de ordem natural como tsunami ou terremoto para uma situação como a que estamos vivendo. O problema econômico foi única e exclusivamente por conta de má administração ou até mesmo arrogância”, disse.

Nos últimos 10 anos o Brasil dobrou sua participação no setor. Porém, em 2015, o país perde importância levando em conta o ambiente internacional. É o que afirmou Galiza.

De qualquer forma, também há boas noticias, declara o palestrante. “As seguradoras tem bom grau de solidez no mercado, assim como a SUSEP, que tenta fazer um bom trabalho e tem alta excelência técnica, por exemplo”.

O palestrante lembrou também que nos EUA o segurado espera receber contato de seus corretores segundo pesquisa e estatísticas daquele país. “Excelente oportunidade de pensar nossa atuação pós-venda”, finalizou.

Oportunidades em tempos de crise
Luiz Ferraz, mandatário geral da Prévoir Portugal, foi o segundo palestrante do dia. A economia geral e situação política foi amplamente explanada em seu conteúdo.

“Apesar das dificuldades econômicas de Portugal, como: jovens que procuram o exterior por falta de ofertas de trabalho interno, envelhecimento do país e esforço intenso do governo em manter o custo da moeda Euro, todavia, temos a contrapartida de ser uma nação tranquila, com alto potencial de turismo e instituições que funcionam” afirmou Luiz, explanando o cenário português-europeu.

Maria do Carmo Farto, gerente comercial da Prévoir Portugal, também usou da palavra e falou sobre a atuação comercial em Lisboa. “Através do coaching conseguimos liderar corretores ensinando-os a trabalhar e desenvolver nossas atividades”.

Quanto ao trabalho de formação de equipes e vendas, Carmo explanou: “Nós só vendemos o ramo vida. Nossos corretores trabalham com estoque de nomes e através de suas carteiras ensinamos lado-a-lado técnicas e práticas de venda, coisa que muitas vezes em sala não conseguimos fazer”, finalizou.

Luiz Ferraz, fechou sua explanação com um resposta simples e conceitual a respeito da importância da atividade do corretor de seguros vida: “Por exemplo, se eu estivesse morrido hoje, a situação em casa não mudaria no dia seguinte. O seguro de vida imediatamente paga o capital. Essa é a área nobre na atividade”, concluiu.

Competências profissionais e desafios no mercado
Guilherme Contrucci, âncora da Web Seguros TV, comentou o termo usado pelos presidentes das seguradoras. “Estamos vivendo um momento de atenção e a palavra crise simplesmente não utilizamos. O Brasil tem grandes reservas cambiais, nós não vamos quebrar, afirmou Guilherme.

Ao comentar sobre como os novos dispositivos digitais podem ser benéficos aos negócios, Contrucci questiona: “O que faremos com essa grande massa que está nos celulares, entrando no ambiente digital, nas redes sociais e cada vez mais imersa em informação? As empresas não podem mais proibir o comportamento moderno, e sim, educar para usar melhor”, disse Contrucci, após explanar sobre o tema.

“É preciso ter competências observando as mudanças globais juntamente com os ambientes virtuais como redes e mídias sociais. Se o corretor entender isso, será fundamental para sua atividade no futuro”, finalizou Contrucci.

O evento, organizado pela SBCS, teve o apoio institucional da Funenseg, Sincor-SP, Sindiseg-SP, APTS, Sindicato dos Securitários de SP, Câmara dos Corretores de Seguros de SP, CCSSP, ANSP, CVG/SP, ACONSEG-SP, Rating de Seguros Consultoria, Prévoir Portugal, Vagas para Seguros e Movida Seguros.


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